Na atual fase de restauração do Palácio Anchieta descobriu-se cinco achados arqueológicos
Dos jesuítas ao século XXI. Na atual fase de restauração do Palácio, realizado pela Fundação Promar, a equipe de historiadores e arqueólogos coordenada por Luiz Augusto Viva, descobriu cinco achados arqueológicos, através de escavações que seguem rigorosas técnicas. São eles: fundações do colégio jesuíta, poço no pátio central, arco lateral com técnica de esgrafito, o altar mor e novas escavações do prédio.
Grande símbolo do Espírito Santo, o Palácio Anchieta teve quatro momentos que mais marcaram a importância histórica do Palácio Anchieta: a morada jesuítica, a reforma de Jerônimo Monteiro, a do governador João Punaro Bley e o Grande Restauro, no Governo de Paulo Hartung (iniciou em 2003 e tem previsão para acabar no final desse ano), no qual a Fundação Promar vem desenvolvendo o novo conceito de ocupação do prédio: restauração/ revitalização.
As obras do Grande Restauro já entregaram os salões do segundo andar do Palácio, onde estão localizados o Gabinete do Governador, o Salão Nobre, o Salão Negro, o Salão Dourado, o Salão do Piano e o Salão São Thiago, num total de aproximadamente dois mil metros quadrados.
A restauração do Palácio Anchieta tem o patrocínio da Vale e da Petrobras